Augusto de Campos, 94 anos, se despede da poesia com Pós Poemas , seu último livro, publicado pela Perspectiva. Agora, pretendo se dedicar apenas às traduções e interpretações. “Poemas são gestações. Não dá mais pra mim”, explica.
A obra traz reflexões sobre a ascensão da extrema direita, no Brasil e no mundo. Em entrevista à Ilustríssima , Augusto comentou sobre o trabalho inútil da inteligência artificial para a poesia concreta e a influência da música em seu trabalho.
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