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Três funcionárias de escola municipal são indiciadas por furto de tablets em Patos

A informação foi divulgada nesta quarta-feira (17), após a conclusão das investigações.

Por: Redação Fonte: ParaíbaON
17/06/2026 às 14h29
Três funcionárias de escola municipal são indiciadas por furto de tablets em Patos

Três funcionárias de uma escola da rede municipal de Patos, no Sertão da Paraíba, foram indiciadas pela Polícia Civil por envolvimento no desaparecimento de três tablets pertencentes à unidade de ensino. A informação foi divulgada nesta quarta-feira (17), após a conclusão das investigações.

De acordo com a Polícia Civil, duas servidoras são apontadas como responsáveis pela subtração dos equipamentos, enquanto uma terceira foi indiciada por adquirir um dos aparelhos mesmo sabendo que ele pertencia à escola.

Segundo o delegado Thitto de Amorim, um dos tablets teria sido retirado da instituição por uma funcionária e posteriormente vendido a uma professora por um valor muito inferior ao praticado no mercado. As investigações apontaram ainda que a compradora tinha conhecimento de que o equipamento era patrimônio da escola.

Os outros dois tablets teriam sido levados por outra funcionária, que entregou os aparelhos a um familiar. Conforme a apuração, a pessoa que recebeu os equipamentos não sabia da origem irregular dos bens e, por isso, não foi responsabilizada.

O desaparecimento dos tablets foi comunicado à polícia no dia 29 de maio. A partir da denúncia, a Delegacia de Roubos e Furtos de Patos iniciou as diligências, utilizando os números de identificação dos aparelhos e ouvindo testemunhas para rastrear os equipamentos.

Todos os tablets foram recuperados durante a investigação. Ainda segundo a Polícia Civil, uma das funcionárias investigadas confessou a participação no crime e colaborou com o esclarecimento dos fatos.

Por serem servidoras públicas, as investigadas responderão pelo crime de peculato, e não por furto. O delito ocorre quando um agente público se apropria ou desvia bens sob sua responsabilidade em razão do cargo. A pena pode chegar a 12 anos de prisão em caso de condenação.

A Polícia Civil destacou que a direção da escola e a administração municipal colaboraram com as investigações. O inquérito foi concluído e encaminhado ao Poder Judiciário para as medidas cabíveis.

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