
De acordo com o protocolo da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), a comunicação para presença de público deve acontecer com 72 horas de antecedência. Como o jogo é no sábado, não há tempo hábil suficiente para a execução de trâmites burocráticos.
O segundo impasse diz respeito a negativa do Guarany para retorno do público no estádio do Junco. O protocolo da CBF atenta a essa questão: o retorno do público aos jogos das oitavas de final está condicionado ao equilíbrio e acordo. Ou seja, o torcedor só voltaria se ambos clubes compactuassem com a ideia.
O terceiro e último condiz ao posicionamento do Ministério Público da Paraíba (MPPB). De acordo com o procurador de justiça Valberto Lira, a presença do torcedor no jogo do Campinense estaria condicionada a um acordo entre as partes envolvidas – Polícia Militar, Secretarias de Saúde do estado e município, MPPB, governo do estado e clube – e em razão do decreto estadual, aconteceria nos moldes dos jogos da seleção brasileira feminina. Não seria autorizada inclusive, a venda de ingressos.