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O duelo épico: Meta vs. STF – a batalha pelo título de dono da verdade

O duelo épico: Meta vs. STF – a batalha pelo título de dono da verdade

Por: Hermano Araruna
09/01/2025 às 16h38 Atualizada em 09/01/2025 às 19h38
O duelo épico: Meta vs. STF – a batalha pelo título de dono da verdade
Foto: reprodução AB
Preparem a pipoca e ajustem os óculos 3D, porque o embate entre a Meta e o STF promete ser o blockbuster do ano! Por um lado, Mark Zuckerberg, o visionário magnata das redes sociais, que decidiu que “liberdade de expressão” significa poder postar qualquer coisa, de piadas xenofóbicas a teorias da conspiração sobre assuntos políticos, pessoais ou comportamentais. Do outro, Alexandre de Moraes, o ministro implacável, que já derrubou perfis, decretou prisões e agora mira nas big techs, armado com a Constituição Brasileira e muita paciência. Zuckerberg, com seu novo slogan “Posts livres, problemas seus”, decretou que a Meta não precisa mais brincar de fiscal da internet. Afinal, quem precisa de verificação de fatos quando temos emojis para expressar sentimentos? Quer espalhar desinformação sobre vacinas? Sem problema, só não se esqueça de usar a hashtag #MinhaOpinião. Enquanto isso, do lado brasileiro da arena, Moraes vocifera: “Aqui não, queridão! No Brasil, a regra é clara: ou respeita a lei ou... desinstala o aplicativo.” Para o ministro, redes sociais sem moderação são como churrasco sem farofa: uma bagunça sem propósito. Os aliados do STF alertam que a decisão da Meta ameaça os direitos humanos, a democracia e até a paz mundial – mas a Meta não parece muito preocupada. Mark provavelmente está ocupado programando o próximo algoritmo que vai sugerir vídeos de teorias absurdas para quem só queria aprender uma receita de bolo de cenoura. Enquanto isso, usuários comuns se perguntam: “Agora eu preciso processar cada pessoa que me ofende nas redes?” Sim, meus caros! Porque, no mundo mágico da Meta, o tribunal agora é você. A Justiça agradece pela nova demanda judicial, já que ela estava realmente entediada. E no meio disso tudo, as redes sociais seguem firmes no seu propósito original: transformar qualquer debate em briga de torcida organizada. O estágio desse embate épico ainda está longe de ser decidido. Mas uma coisa é certa: quem perde somos nós, espectadores dessa tragicomédia digital. Prepare-se, porque o próximo episódio promete ser ainda mais absurdo. Preparou a pipoca? Por Hermano Araruna
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