
Uma mulher de 23 anos foi presa nesta segunda-feira (5) suspeita de queimar a filha de 6 anos com ovos quentes no Conjunto Irmã Dulce, no bairro Colinas do Sul, em João Pessoa. A prisão foi confirmada pela Polícia Militar, que recebeu denúncias sobre maus-tratos anteriores à criança.
De acordo com a PM, a mãe confessou o crime, alegando que agiu como forma de “castigo”, após uma suposta subtração de dinheiro feita pela criança com uma amiga. O caso envolvendo o ovo quente aconteceu no último sábado (3), e a prisão ocorreu dois dias depois.
A mulher foi encaminhada à Delegacia de Repressão aos Crimes Contra a Infância e a Juventude, onde foi autuada em flagrante pelo crime de violência doméstica. Ela deve passar por audiência de custódia nesta terça-feira (6).
O Conselho Tutelar de João Pessoa também foi acionado e acompanha a situação da criança. Segundo a conselheira Jéssica Frade, a
Uma mulher de 23 anos foi presa nesta segunda-feira (5) suspeita de queimar a filha de 6 anos com ovos quentes no Conjunto Irmã Dulce, no bairro Colinas do Sul, em João Pessoa. A prisão foi confirmada pela Polícia Militar, que recebeu denúncias sobre maus-tratos anteriores à criança.
De acordo com a PM, a mãe confessou o crime, alegando que agiu como forma de “castigo”, após uma suposta subtração de dinheiro feita pela criança com uma amiga. O caso envolvendo o ovo quente aconteceu no último sábado (3), e a prisão ocorreu dois dias depois.
A mulher foi encaminhada à Delegacia de Repressão aos Crimes Contra a Infância e a Juventude, onde foi autuada em flagrante pelo crime de violência doméstica. Ela deve passar por audiência de custódia nesta terça-feira (6).
O Conselho Tutelar de João Pessoa também foi acionado e acompanha a situação da criança. Segundo a conselheira Jéssica Frade, a vítima será remanejada para proteção, enquanto a irmã mais nova ficará sob os cuidados do padrasto. O pai biológico da criança já faleceu.
O caso gerou repercussão e alerta para situações de violência doméstica e maus-tratos infantis, reforçando a importância de denúncias à polícia e aos órgãos de proteção da criança e do adolescente.
. O pai biológico da criança já faleceu.
O caso gerou repercussão e alerta para situações de violência doméstica e maus-tratos infantis, reforçando a importância de denúncias à polícia e aos órgãos de proteção da criança e do adolescente.