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Suspeito de matar estudante de medicina em JP, é transferido para Presídio Especial

Suspeito de matar estudante de medicina em JP, é transferido para Presídio Especial

Por: Luanja Dantas
14/03/2022 às 13h56 Atualizada em 14/03/2022 às 16h56
Suspeito de matar estudante de medicina em JP, é transferido para Presídio Especial
Foto: Reprodução

O suspeito de matar a estudante de medicina Mariana Thomaz de Oliveira, em João Pessoa, foi transferido para o Presídio Especial do Valentina, na capital paraibana. De acordo com a Secretaria de Administração Penitenciária (Seap), ele chegou na unidade prisional às 8h30 desta segunda-feira (14).

Segundo a advogada de defesa da vítima, Dayane Carvalho, a audiência de custódia de Johannes Dudeck, suspeito de cometer o crime, aconteceu por volta das 14h deste domingo (13). Ele possui curso superior e foi encaminhado ao Presídio Especial.

O resultado do laudo pericial da morte de Mariana Thomaz ainda não foi divulgado. Mas, ainda segundo a advogada, o atestado de óbito da estudante apontou que ela foi morta por asfixia mecânica por esganadura. Os peritos responsáveis pelo laudo devem realizar exames específicos para obter mais detalhes do crime, que segue em investigação na Delegacia de Homicídios de João Pessoa.

O corpo de Mariana Thomaz foi encontrado com sinais de estrangulamento em um apartamento, na orla do Cabo Branco, em João Pessoa, no sábado (12). Segundo informações da Polícia Civil, o suspeito de ter cometido o crime estava em um relacionamento há um mês com a vítima.

De acordo com a polícia, a vítima foi identificada como Mariana Thomaz de Oliveira, de 25 anos. Ela era natural do Ceará e estava na Paraíba para cursar a graduação de medicina. O corpo dela foi encontrado após a polícia receber uma ligação do suspeito informando que Mariana estava tendo convulsões.

Chegando no local, o perito observou sinais de esganadura. Por causa disso, o suspeito foi preso preventivamente. Após exames, a perícia confirmou a esganadura. A polícia ainda informou que o suspeito já tem outras três acusações pela Lei Maria da Penha por agredir três mulheres diferentes.

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