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Feira Garimpei ocupa Fundação Casa de José Américo com criatividade e memória afetiva

Feira Garimpei ocupa Fundação Casa de José Américo com criatividade e memória afetiva

Por: Redação
04/05/2025 às 16h26 Atualizada em 04/05/2025 às 19h26
Feira Garimpei ocupa Fundação Casa de José Américo com criatividade e memória afetiva
Foto: Reprodução
Começou ontem(3) e vai até hoje(4 de maio), na Fundação Casa de José Américo, em João Pessoa, a quarta edição da Feira Garimpei, evento gratuito que conecta memória, arte e empreendedorismo. Das 16h às 21h, o casarão à beira-mar se transforma em ponto de encontro entre passado e presente, reunindo expositores e visitantes em torno de uma proposta que vai além do comércio: trata-se de garimpar sentidos. Mais do que uma feira, a Garimpei propõe uma experiência. Entre bancadas de antiguidades, brechós, peças autorais e sabores locais, o público encontra pequenos negócios que dialogam com a história urbana e afetiva da capital. Cada objeto, cada planta, cada peça carrega consigo narrativas que atravessam gerações e costuram identidades. É nesse fio condutor que o evento aposta: no consumo que respeita ciclos, no fazer que resgata tradições, na estética que valoriza o tempo. A Armazém Produções, responsável pela iniciativa, atua desde 2018 incentivando o fortalecimento de marcas locais e o uso dos espaços públicos como palcos vivos de cultura. Ao longo dos anos, já levou feiras e vivências para locais emblemáticos da cidade, como o Centro Histórico e o Espaço Cultural, e cruzou fronteiras ao apresentar criações paraibanas em Recife. A escolha pela Fundação Casa de José Américo não é aleatória. O endereço carrega memória e paisagem, sendo um símbolo da Paraíba moderna que ainda pulsa nas margens do Cabo Branco. Ao ocupá-lo com iniciativas da economia criativa, a Garimpei reforça sua missão de tornar o passado um motor de movimento — um futuro mais atento, coletivo e sustentável. Quem passa por lá pode não levar uma sacola cheia, mas dificilmente sai sem uma história nova para contar. Já é tradição: garimpar é também um jeito de pertencer.
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