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Paraíba cria novas delegacias da mulher para ampliar combate à violência doméstica

Paraíba cria novas delegacias da mulher para ampliar combate à violência doméstica

Por: Luanja Dantas
10/06/2025 às 11h25 Atualizada em 10/06/2025 às 14h25
Paraíba cria novas delegacias da mulher para ampliar combate à violência doméstica
Foto: Reprodução

O Governo da Paraíba oficializou, nesta terça-feira (10), a criação de três novas Delegacias Especializadas de Atendimento à Mulher (DEAMs). As unidades serão instaladas nos municípios de Juazeirinho, Solânea e Catolé do Rocha, com o objetivo de fortalecer a rede de proteção às vítimas de violência doméstica e ampliar o acesso aos serviços de segurança pública para mulheres em situação de vulnerabilidade.

As novas delegacias funcionarão sob a responsabilidade das respectivas Superintendências Regionais de Polícia Civil e integram o plano de expansão das ações de enfrentamento à violência contra a mulher no estado. A medida foi autorizada por decreto do governador João Azevêdo e publicada no Diário Oficial do Estado.

Com a criação dessas unidades, a Paraíba dá mais um passo importante na descentralização dos serviços especializados e na oferta de atendimento humanizado às mulheres vítimas de agressões físicas, psicológicas, sexuais ou patrimoniais. As novas DEAMs contarão com equipes treinadas para prestar acolhimento, registrar denúncias e encaminhar as vítimas aos serviços de apoio psicossocial e jurídico.

A ação reforça o compromisso do Governo do Estado e da Polícia Civil com políticas públicas voltadas à prevenção e combate à violência de gênero. As Delegacias da Mulher são coordenadas pela COORDEAM – Coordenadoria das Delegacias Especializadas de Atendimento à Mulher – que atua na padronização dos procedimentos, capacitação das equipes e na melhoria dos atendimentos em todo o território paraibano.

Atualmente, a rede estadual de proteção à mulher está em fase de expansão, com foco na agilidade das investigações, acolhimento das vítimas e garantia de acesso à justiça. A criação das novas unidades reforça esse movimento e amplia a presença da Polícia Civil nos municípios do interior, onde muitas mulheres enfrentam dificuldades para denunciar casos de violência.

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