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Quadrilha que se passava por PF é presa na Paraíba após invadir casas e extorquir moradores

Quadrilha que se passava por PF é presa na Paraíba após invadir casas e extorquir moradores

Por: Luanja Dantas
09/05/2025 às 07h20 Atualizada em 09/05/2025 às 10h20
Quadrilha que se passava por PF é presa na Paraíba após invadir casas e extorquir moradores
Foto: Reprodução

Quatro pessoas foram presas suspeitas de integrar uma quadrilha que se disfarçava de agentes da Polícia Federal para invadir residências e extorquir moradores em Campina Grande, no Agreste da Paraíba. As prisões aconteceram durante a Operação Callidus, deflagrada pela Polícia Civil entre os dias 7 e 8 de maio, com apoio das polícias de Pernambuco, Alagoas e da Polícia Rodoviária Federal (PRF).

De acordo com a Delegacia de Roubos e Furtos de Campina Grande, o crime aconteceu no dia 21 de março, no bairro Santo Antônio. Os criminosos usavam camisas com identificação da Polícia Federal e estavam armados. Eles renderam os moradores de uma casa, roubaram diversos bens, incluindo uma arma de fogo, e ainda forçaram as vítimas a realizarem transferências bancárias para contas de terceiros.

A investigação começou com a prisão em flagrante de um dos envolvidos, de 47 anos, no dia 28 de março, em João Pessoa. Ele estava com um dos carros usados no crime e foi autuado por adulteração de sinal identificador de veículo. Dias depois, em 9 de abril, outro integrante do grupo, de 42 anos, foi preso em União dos Palmares, Alagoas, com o segundo carro envolvido no crime e mais de 100 quilos de maconha.

Com o avanço das investigações, a Polícia Civil solicitou e obteve a prisão preventiva de mais dois membros da quadrilha. Uma mulher de 29 anos, suspeita de cuidar das movimentações financeiras do grupo e da lavagem de dinheiro, foi capturada em uma pousada na cidade de Lajedo, em Pernambuco, após fugir de Recife. O quarto suspeito, de 26 anos, apontado como um dos executores do assalto, foi preso em Alhandra, na Paraíba, ao ser abordado em um posto da PRF.

Ao todo, a operação resultou no cumprimento de quatro mandados de prisão preventiva e sete mandados de busca domiciliar. A Polícia Civil destacou que as investigações continuam para identificar possíveis outros envolvidos no esquema.

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