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CBF paga preço alto por Ancelotti: regalias, milhões e o desafio de salvar a Seleção

CBF paga preço alto por Ancelotti: regalias, milhões e o desafio de salvar a Seleção

Por: Hermano Araruna
12/05/2025 às 17h37 Atualizada em 12/05/2025 às 20h37
CBF paga preço alto por Ancelotti: regalias, milhões e o desafio de salvar a Seleção
SALVADOR, BRAZIL - NOVEMBER 19: Vinicius Junior and Raphinha of Brazil talk as they line up prior to the South American FIFA World Cup 2026 Qualifier match between Brazil and Uruguay at Arena Fonte Nova on November 19, 2024 in Salvador, Brazil. (Photo by

A CBF finalmente fechou com Carlo Ancelotti, e o custo dessa contratação certamente vai fazer a confederação pensar duas vezes antes de chamar um novo técnico para a Seleção. O italiano, um dos técnicos mais vitoriosos da história do futebol, vai liderar a equipe brasileira até a Copa do Mundo de 2026, mas sua vinda não veio barata.

Além de um salário milionário de R$ 5 milhões por mês, o que já é um grande gasto, Ancelotti terá direito a regalias à altura de um astro do futebol mundial: uma casa de luxo no Rio de Janeiro, carro blindado, equipe de segurança particular, plano de saúde internacional, seguro de vida e, claro, um jato à disposição para viagens rápidas à Europa. A CBF não poupou esforços – e nem recursos – para garantir que Ancelotti tivesse tudo o que precisa para trabalhar confortavelmente.

E se Ancelotti conseguir o que os brasileiros tanto esperam – o hexacampeonato mundial – ele pode engordar sua conta bancária em mais 5 milhões de euros, ou R$ 30 milhões. Parece que o técnico já está com a bagagem pronta, e o Brasil agora depende do seu talento para recuperar o prestígio perdido nas últimas competições.

A Seleção Brasileira ficou mais de 40 dias sem técnico após a saída de Tite, e agora Ancelotti começa a sua jornada em um momento delicado. Em 5 de junho, o Brasil encara o Equador, fora de casa, e no dia 10 de junho, joga contra o Paraguai em São Paulo. As expectativas são altas, mas Ancelotti tem um desafio enorme pela frente: conseguir adaptar seu estilo à Seleção, montar um time competitivo e fazer o Brasil brilhar novamente.

Com a estreia oficial marcada para a convocação do dia 26 de maio, o técnico italiano terá pouco tempo para trabalhar, mas as regalias que o acompanham certamente vão ajudar a suavizar a pressão. Agora, resta saber se o investimento da CBF vai realmente valer a pena.

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