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Feiras livres se tornam patrimônio cultural imaterial na PB

Feiras livres se tornam patrimônio cultural imaterial na PB

Por: Luanja Dantas
03/11/2021 às 17h06 Atualizada em 03/11/2021 às 20h06
Feiras livres se tornam patrimônio cultural imaterial na PB
Foto: Reprodução
Nesta quarta-feira (3), os deputados aprovaram por maioria, a derrubada do veto do governo contra um projeto de lei que declara as feiras livres como patrimônio histórico cultural e imaterial na Paraíba. A proposta de autoria do deputado Tovar Correia Lima, também cria o dia do feirante. Que será celebrado no dia 25 de agosto. O projeto considera feiras livres aquelas que comercializem produtos hortifrutigranjeiros, peixes, carnes, pastéis, artigos artesanais, regionais, antiguidades, objetos de arte e afins, desde que reconhecidas e regulamentadas pelo Poder Executivo dos municípios paraibanos em que estão instaladas. As feiras livres que forem criadas e regulamentadas após a entrada em vigor da lei também serão por ela recepcionadas e passarão a fazer parte do acervo cultural imaterial do estado da Paraíba. Como patrimônio histórico cultural imaterial do estado, as feiras livres devem ser preservadas e as decisões relacionadas às modificações de organização, horário e local das feiras livres dependerão de prévia anuência dos feirantes e dos moradores do local. O governador João Azevêdo (Cidadania) havia vetado a proposta após consulta ao Instituto do Patrimônio Histórico da Paraíba (Iphan), que considera que as feiras livres não são patrimônio cultural e imaterial apenas na Paraíba, mas é um fenômeno mundial, por não ter elementos exclusivamente do estado.
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