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Justiça confirma diplomação de Edvaldo Neto e vice deve assumir Prefeitura de Cabedelo nesta segunda (25)

Edvaldo foi afastado do cargo de prefeito interino durante uma operação que investiga uma suposta ligação entre o poder público e uma facção criminosa..

Por: Redação Fonte: ParaíbaON
25/05/2026 às 12h05
Justiça confirma diplomação de Edvaldo Neto e vice deve assumir Prefeitura de Cabedelo nesta segunda (25)

A Justiça Eleitoral da Paraíba confirmou que a diplomação do prefeito eleito de Cabedelo, Edvaldo Neto (Avante), acontecerá nesta segunda-feira (25).

Edvaldo foi afastado do cargo de prefeito interino durante uma operação que investiga uma suposta ligação entre o poder público e uma facção criminosa. Com o afastamento, quem deve assumir a Prefeitura é o vice-prefeito eleito, Evilásio Cavalcanti (Avante).

A cerimônia de diplomação está marcada para as 17h, no Teatro Santa Catarina, e será conduzida pela juíza da 57ª Zona Eleitoral, Thana Michelle Carneiro Rodrigues.

A Câmara Municipal de Cabedelo confirmou que a posse de Evilásio Cavalcanti acontecerá ainda na noite da segunda-feira. O vice-prefeito eleito não é alvo de restrições judiciais.

O afastamento de Edvaldo Neto foi determinado no dia 14 de abril, dois dias após a eleição suplementar que confirmou sua vitória sobre Wallber Virgolino (PL).

Desde então, a Prefeitura vem sendo administrada interinamente por José Pereira, presidente da Câmara Municipal.

Edvaldo ocupava o cargo de prefeito interino após a cassação de André Coutinho (Avante), investigado em outro processo relacionado a suposta ligação com facção criminosa.

No mês passado, a juíza Thana Michelle manteve a diplomação da chapa vencedora da eleição suplementar, mesmo diante do avanço das investigações ligadas à Operação Cítrico.

A decisão ocorreu no âmbito de uma Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE) movida pela defesa de Wallber Virgolino, que pedia medidas contra os eleitos após o resultado do pleito realizado em 12 de abril.

Ao analisar o caso, a magistrada entendeu que não havia provas suficientes para impedir a diplomação ou aplicar medidas mais severas contra os eleitos.

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