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Queiroga diz que transporte público em João Pessoa também é problema de saúde pública

Queiroga diz que transporte público em João Pessoa também é problema de saúde pública

Por: Luanja Dantas
28/12/2023 às 10h41 Atualizada em 28/12/2023 às 13h41
Queiroga diz que transporte público em João Pessoa também é problema de saúde pública
Foto: Reprodução
O início da circulação dos 20 ônibus opcionais, denominados de “Geladinhos”, e o aumento significativo no preço das passagens desse modelo pela gestão Cícero Lucena, foram alvo de críticas por parte do pré-candidato do PL a prefeito de João Pessoa, Marcelo Queiroga. “Tenho recebido diariamente relatos de pessoas que tem sofrido graves danos à saúde física e mental, em razão do transporte público de João Pessoa, que está cheio de problemas. São ônibus atrasados, superlotados, sem acessibilidade, com a frota reduzida e sem nenhuma perspectiva de solução. O atual prefeito prometeu na campanha eleitoral que iria substituir toda a frota de ônibus por veículos com ar-condicionado, com Wi-Fi, câmeras de monitoramento, integração nos bairros, reestruturação das linhas, BRT’s, mas o que ele fez com a implantação dos poucos novos ônibus chamados de ‘Geladinhos’ foi algo inacreditável, preconceituoso e desumano, aumentando o valor das passagens e sem oferecer a gratuidade para nenhum dos públicos amparados na modalidade regular. São apenas 20 ônibus “Geladinhos” e bem mais caros para o usuário, diante dos 400 que compõem a frota. Um absurdo”, criticou. Na opinião de Marcelo Queiroga, “o opcional gera segregação, quem tem paga, quem não tem fica no calor. Isso humilha 95% dos usuários. A prefeitura deveria compartilhar esse conforto para todos. O povo tem que pagar por um benefício que foi prometido de graça”. Ainda conforme o pré-candidato do PL, “a prefeitura deveria compartilhar esse conforto para todos. "O povo vai pagar por um benefício que foi prometido de graça. A gratuidade aos grupos preferenciais precisa ser oferecida também nos ‘Geladinhos’, pois é um direito garantido por lei e os ônibus são concessões públicas”, cobrou Queiroga.
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